Chaparro Agrícola e Industrial, S.L.
Informação profissional para a agricultura portuguesa

FAO antevê descida do comércio de cereais na campanha de 21-22

11/05/2022

No seu Relatório sobre a 'Oferta e a Procura de Cereais', publicado a 9 de maio, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) assinala que a descida está associada ao milho e a outros cereais secundários, ao mesmo tempo que se prevê que o volume de comércio de arroz cresça 3,8% e o trigo 1%.

foto

O relatório estima que o comércio mundial de cereais diminuirá cerca de 1,2% até 473 milhões de toneladas, na campanha comercial 2021-2022, em comparação com o total recorde do ano anterior, segundo a FAO.

Com quase todas as culturas colhidas para o ciclo de 2020-2021, a FAO fixa a produção mundial de cereais em 2.799 milhões de toneladas, um aumento de 0.8% comparado com os resultados de 2019-20.

A utilização mundial de cereais para o período 2021-22 prevê um aumento de 0,9% relativamente ao ano anterior, até 2.785 milhões de toneladas.

A nova estimativa da FAO para os stocks mundiais de cereais no final das campanhas em 2022 situa-se agora em 856 milhões de toneladas, 2,8% acima dos níveis de abertura, devido a um aumento dos stocks de milho em parte devido à suspensão das exportações da Ucrânia. A confirmar-se, a relação entre as reservas mundiais de cereais e a sua utilização terminaria o período inalterado a um "nível de abastecimento relativamente confortável" de 29,9%, de acordo com a FAO.

A FAO continua a prever que a produção mundial de trigo irá crescer em 2022, para 782 milhões de toneladas. Esta previsão incorpora um declínio esperado de 20% na superfície colhida na Ucrânia, bem como o decréscimo da produção provocada pela seca em Marrocos.
Quanto aos cereais secundários, o relatório revela que o Brasil está no bom caminho para uma colheita recorde de milho de 116 milhões de toneladas em 2022, enquanto que as condições meteorológicas são suscetíveis de afetar a produção de milho na Argentina e na África do Sul. Os primeiros estudos de plantação indicam que a área de cultivo de milho nos Estados Unidos pode reduzir em 4% tendo em conta as preocupações sobre os elevados custos dos fertilizantes e outros fatores de produção.
Chaparro Agrícola e Industrial, S.L.Anefa: ExpoforestalCnema 04-12/06Syngenta Crop Protection, Lda.Agrogarante - Sociedade de Garantia Mútua, S.A.

Subscrever gratuitamente a Newsletter semanal - Ver exemplo

Password

Marcar todos

Autorizo o envio de newsletters e informações de interempresas.net

Autorizo o envio de comunicações de terceiros via interempresas.net

Li e aceito as condições do Aviso legal e da Política de Proteção de Dados

www.agriterra.pt

Agriterra - Informação profissional para a agricultura portuguesa

Estatuto Editorial