OPINIÃO 45 exige rastreabilidade, resíduos zero e certificação. Não é uma moda. É um critério de acesso ao mercado. Quem ainda hesita na transição para práticas mais sustentáveis não está a proteger a sua margem - está a adiar um problema que chegará, de qualquer forma, sob a forma de rejeição comercial ou de restrições à comercialização. O custo de não mudar é hoje mais alto do que o custo de mudar. BIOSTIMULANTES, INOCULANTES E DRONES: A TRILOGIA DA NOVA EFICIÊNCIA Os produtos Biostasia assentam numa filosofia simples: substituir sem perder produtividade. Biostimulantes que melhoram a estrutura do solo e a disponibilidade de nutrientes sem deixar resíduos nas culturas. Inoculantes microbianos que reduzem a dependência de fertilizantes minerais ao estimular os ciclos naturais do azoto e do fósforo. O resultado é uma planta mais saudável, mais resistente ao stress hídrico e com menor custo de produção por quilograma de produto colhido. A isto somamos a agricultura de precisão. Os drones de pulverização, como os que operamos com a plataforma DJI AGRAS T100, permitem aplicações dirigidas, com reduções de produto e de água na ordem dos 30% a 40% face aos métodos convencionais. Para um olivicultor ou um viticultor com explorações de média dimensão, esta eficiência traduz-se em poupança direta e em capacidade de cumprir os cadernos de campo exigidos pelas denominações de origem e pelos compradores internacionais. O SOLO COMO ATIVO ESTRATÉGICO Há uma dimensão desta equação que raramente aparece nos planos de negócio agrícola: o valor do solo. Um solo com boa estrutura, rico em matéria orgânica e com uma comunidade microbiana é um ativo produtivo que se valoriza. Um solo esgotado por décadas de agricultura intensiva convencional é um passivo crescente, cujos custos de restauração, quando a situação se torna insustentável, superam largamente o que teria custado a sua manutenção. A sequestração de carbono no solo abre, adicionalmente, uma nova linha de valor para os agricultores que adotam práticas regenerativas, seja através de mercados voluntários de carbono, seja como argumento diferenciador junto de compradores que já incorporam critérios ESG nas suas cadeias de abastecimento. A PERGUNTA CERTA JÁ NÃO É ‘SE’, É ‘COMO’ E ‘COM QUEM’ O agricultor português não precisa de ser convencido de que o futuro é sustentável. Precisa de parceiros técnicos que lhe mostrem o caminho com dados, com produtos que funcionam e com serviços que reduzem o risco da transição. É esse o papel que a Biostasia se propõe cumprir, não como fornecedor de insumos, mas como parceiro de desenvolvimento agronómico. Sustentabilidade e rentabilidade não são opostos. Nunca foram. O que mudou é que já não há tempo — nem mercado — para continuar a tratá-las como tal. n "Os produtos Biostasia assentam numa filosofia simples: substituir sem perder produtividade"
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