A Feira Nacional de Agricultura (FNA26)/ Feira do Ribatejo regressa ao CNEMA, em Santarém, entre 6 e 14 de junho, afirmando-se como o grande palco anual da agricultura portuguesa. Nesta edição, o foco recai sobre os pequenos frutos, um segmento em clara expansão que tem vindo a ganhar expressão tanto na produção nacional como na procura dos consumidores, impulsionado pelo seu perfil nutricional e pela crescente sofisticação dos mercados.
Mirtilos, morangos, framboesas e amoras surgem no centro da programação como símbolo de uma agricultura mais diversificada, competitiva e orientada para gerar valor acrescentado. A escolha do tema reflete não apenas uma tendência de consumo, mas também a consolidação de fileiras produtivas que têm vindo a afirmar-se no panorama agrícola português.
Mais do que uma montra expositiva, a FNA26 funciona como um espaço de encontro entre inovação e prática. No recinto, cruzam-se soluções tecnológicas, maquinaria, equipamentos, tecnologia agrícola, fatores de produção e serviços que traduzem a evolução contínua do setor. Produtores, empresas e visitantes partilham o mesmo espaço num ambiente que favorece o contacto direto e a construção de novas oportunidades de negócio. O evento representa, assim, a plataforma ideal para reforçar a visibilidade das marcas no panorama agrícola nacional.
Além da vertente expositiva e comercial, a feira assume igualmente um papel relevante na reflexão sobre os desafios da agricultura contemporânea. Ao longo dos vários dias, especialistas, investigadores e decisores políticos participam em debates e encontros que colocam em discussão temas centrais para o futuro do setor, contribuindo para o desenvolvimento e modernização do setor, num contexto de adaptação permanente.
Em destaque estarão, como habitualmente, os grandes temas agrícolas do momento, num ano particularmente difícil para os agricultores, num contexto de impactos crescentes das alterações climáticas nas diversas culturas e dos inevitáveis efeitos no aumento dos custos de produção provocados pelos preços crescentes dos combustíveis, da energia e dos fertilizantes, por exemplo, e pela instabilidade geopolítica, na sequência do conflito no Médio Oriente.
À data de fecho desta edição o programa de conferências e talks não estava, ainda, disponível.
Em paralelo, o evento mantém a sua identidade mais ampla, onde a agricultura se cruza com a cultura e a tradição. A gastronomia, a música, o folclore e a presença dos campinos ajudam a construir uma atmosfera que ultrapassa a dimensão profissional, transformando o evento num espaço vivo de celebração do mundo rural.
No plano prático, a organização disponibiliza diferentes modalidades de acesso, desde bilhetes diários a livre-trânsito, com condições específicas de entrada gratuita em determinados dias e para crianças até aos 11 anos. O recinto integra ainda estacionamento gratuito e opções cobertas, bem como horários alargados ao longo do certame, permitindo uma visita prolongada a diferentes áreas e atividades.
A participação de expositores e visitantes é enquadrada por regulamentos próprios e por um manual de exposição que reúne todas as condições de participação, reforçando a organização e a dimensão profissional do evento.
ENTRADAS
Bilhete Feira: 8,50 € (Permite uma única entrada)
Cadernetas de 10 Bilhetes: 58,00 € (Cada bilhete permite uma única entrada. À venda até 5 junho)
Livre-Trânsito: 26,00 € (permite visitar a feira a qualquer hora e várias vezes por dia)
Parque de Estacionamento Ar Livre: Gratuito
Parque de Estacionamento Coberto: 5,00 € / dia
Dia 8 de junho: Entrada Gratuita
Todos os Dias: Entrada gratuita para crianças até aos 11 anos (inclusive)
Bilheteira Online: https://ticket.cnema.pt/pos/event/list
HORÁRIO
NAVE A: 10h00 às 22h30
NAVE B: 10h00 às 22h30
NAVE C: 10h00 às 24h00
ZONA EXTERIOR/EQUIPAMENTOS E MAQUINARIA AGRÍCOLA: 10h00 às 21h00
ATIVIDADES LÚDICAS: 10h00 às 03h00
Todo o recinto: 10h00 às 20h00


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Agriterra - Informação profissional para a agricultura portuguesa