Chaparro Agrícola e Industrial, S.L.
Informação profissional para a agricultura portuguesa
FNA 26

Competitividade conquista-se com integração de dados e gestão sustentável

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Biotecnologia, agricultura de precisão, robotização e IA, sustentabilidade, biosoluções, eficiência hídrica, atração de mão de obra, renovação geracional. Como habitualmente, apresentamos-lhe o balanço da Feira Nacional de Agricultura (FNA) ao nível das novidades que marcam tendência e das soluções inovadoras que fazem face aos muitos desafios que se vivem na agricultura portuguesa.

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Na segunda parte desta reportagem, que publicaremos na edição de setembro, as empresas e organizações do setor agrícola presentes na FNA 26 e que colaboram neste artigo projetam os desafios e as oportunidades que irão influenciar a resiliência e a vantagem competitiva da agricultura nacional a médio prazo.

AJAP

“Divulgámos o Rural Innovation Challenges, com candidaturas até 16 de agosto”

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A AJAP – Associação dos Jovens Agricultores de Portugal voltou a marcar presença na Feira Nacional de Agricultura (FNA), em Santarém, com um stand próprio e um programa de iniciativas “centrado na inovação, no empreendedorismo e na renovação geracional”. Ao longo do certame, a associação promoveu diversas ações de divulgação e reflexão sobre o futuro da agricultura portuguesa, “destacando o papel dos jovens agricultores e empresários rurais na dinamização dos territórios de baixa densidade”.

As Jornadas Técnicas da AJAP 2026, realizadas nos dias 8 e 9 de junho, integraram este programa, como sublinha, em entrevista à Agriterra, Firmino Cordeiro, diretor-geral da AJAP. No primeiro dia, em Fátima, foram debatidos temas estratégicos para o setor, como os seguros agrícolas, as alterações climáticas, o mercado de carbono, a inovação nos territórios rurais e a necessidade de promover o rejuvenescimento da agricultura portuguesa. No segundo dia, já no recinto da FNA e no stand da AJAP, o destaque foi para a apresentação de nove projetos de negócio desenvolvidos por jovens empreendedores, numa parceria com o RIHU – Centro de Inovação e Empreendedorismo de Impacto. Os projetos apresentados “evidenciaram a capacidade de inovação existente nos territórios rurais”, apostando em áreas como a digitalização, a inteligência artificial, a valorização dos recursos endógenos e a sustentabilidade. Nas palavras de Firmino Cordeiro, “são exemplos concretos de que o mundo rural continua a oferecer oportunidades para criar empresas, gerar emprego qualificado e atrair investimento”. O encerramento das Jornadas Técnicas esteve a cargo do Secretário de Estado da Agricultura, João Moura, que deixou uma mensagem de incentivo aos jovens empresários rurais, reconhecendo a importância das suas ideias de negócio para a revitalização económica e social dos territórios rurais.

Foi também neste contexto que a AJAP reforçou a divulgação do projeto Rural Innovation Challenges, uma iniciativa que pretende estimular o empreendedorismo, promover a inovação e contribuir para a valorização dos territórios rurais portugueses, respondendo a desafios como o envelhecimento da população, o abandono de atividades económicas e a necessidade de atrair uma nova geração de agricultores, empresários e profissionais qualificados. Promovido pela AJAP, o projeto desenvolve-se anualmente em três fases. A primeira corresponde às sessões de divulgação, que percorrem todo o país, incentivando os jovens a desenvolver projetos inovadores; a segunda é constituída pelo concurso Rural Innovation Challenges, de âmbito nacional, organizado em quatro categorias: Jovem Agricultor, Jovem Empresário Rural, Jovem Talento Agro Rural e Academia Rural. Após a avaliação das candidaturas, são selecionados os doze melhores projetos, que recebem prémios num valor global superior a 20 mil euros. As candidaturas decorrem até 16 de agosto, através do site do projeto; a última fase culmina com a realização da Gala AJAP Portugal Winners, um momento de celebração e partilha que reúne participantes, parceiros e entidades convidadas para distinguir os vencedores e promover uma reflexão alargada sobre o futuro dos territórios rurais de Portugal, da Europa e dos países da CPLP.

“Mais do que um concurso, o Rural Innovation Challenges afirma-se como uma plataforma de capacitação, inspiração e valorização dos territórios rurais. Ao incentivar jovens agricultores, empresários, estudantes e novos residentes a desenvolverem projetos inovadores, demonstra que o mundo rural é um espaço de oportunidades, onde é possível investir, empreender, criar emprego, constituir família e construir um futuro sustentável”, conclui o responsável da AJAP.

BGI

“Encaramos a FNA como uma plataforma de escuta ativa do setor”

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Gonçalo Amorim, CEO da BGI e chairman da Food4Sustainability CoLAB traça um balanço “muito positivo” da participação da organização: “a FNA continua a afirmar-se como um ponto de encontro essencial entre produtores, empresas, entidades científicas, associações, decisores públicos e novos agentes de inovação ligados ao setor agroalimentar”, afirma.

Para a BGI, a presença na feira teve como principal objetivo “dar visibilidade ao trabalho que estamos a desenvolver no cruzamento entre ciência aplicada, biotecnologia, regeneração dos solos, agricultura de precisão e validação em condições reais de produção”. Foi também uma oportunidade “para reforçar publicamente a lógica da plataforma Tomorrow Crops, que corresponde à nossa abordagem integrada de serviços para apoiar a transição agrícola: diagnóstico, teste, validação, demonstração e escalamento de soluções inovadoras diretamente com produtores e parceiros do setor”, explica o CEO. A Tomorrow Crops traduz a visão empresarial da BGI para a agricultura do futuro: “transformar conhecimento científico em soluções aplicadas, mensuráveis e economicamente relevantes”.

Nesse sentido, “os objetivos definidos para esta edição foram alcançados”, corrobora o responsável. “Tivemos oportunidade de apresentar soluções, recolher feedback direto de agricultores e técnicos, reforçar contactos com parceiros atuais e identificar novas oportunidades de colaboração com empresas agrícolas, distribuidores, associações e entidades públicas”. Segundo Gonçalo Amorim, a BGI encara a FNA “como uma plataforma de escuta ativa do setor. É nesse contacto direto com o terreno que conseguimos perceber as necessidades reais dos produtores e ajustar as nossas soluções para que tenham impacto económico, agronómico e ambiental”, conclui.

Durante a feira, “demos especial destaque às nossas capacidades de teste, validação e escalabilidade de soluções biológicas para a agricultura, com particular enfoque no trabalho que estamos a desenvolver no AmpliAqua, na Nazaré”, adianta. Este trabalho integra bioestimulantes, biofertilizantes, consórcios microbianos e fúngicos, microalgas funcionais e soluções orientadas para a gestão do stress abiótico, com o objetivo de aumentar a resiliência das culturas face aos desafios atuais, detalha.

Uma das principais áreas apresentadas “foi o trabalho desenvolvido no âmbito da plataforma de microalgas, uma linha de desenvolvimento de biosoluções avançadas baseadas em microrganismos, fitohormonas e metabolitos secundários funcionais”. Esta plataforma é orientada para ajudar as culturas a responder melhor a situações de stress abiótico, como calor, seca, salinidade e limitações nutricionais.

A BGI marcou ainda presença através da sua capacidade de realizar ensaios em condições reais de produção, através de testbeds agrícolas (SF-Testbeds), “permitindo às empresas, produtores e parceiros técnicos testar, validar e comparar soluções antes da sua adoção em escala comercial. Esta abordagem é particularmente relevante num momento em que o setor precisa de reduzir o risco associado à adoção de novas tecnologias e garantir que as soluções propostas entregam resultados agronómicos, económicos e ambientais mensuráveis”, sublinha o responsável.

Outro ponto importante foi a apresentação, no stand da Food4Sustainability CoLAB, das capacidades de análise, diagnóstico e monitorização da organização, “nomeadamente ao nível do solo, da planta, da microbiologia e da performance agronómica, através do trabalho que desenvolvemos no RegeneraLab”, diz ainda Gonçalo Amorim, concluindo: “acreditamos que o futuro da agricultura passa por uma integração mais eficaz entre dados, biologia e decisão agronómica, permitindo apoiar os produtores com soluções mais precisas, sustentáveis e adaptadas às suas realidades produtivas”.

BIOSTASIA

“Mantemos a notoriedade da marca nesta feira”

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Na opinião de Marisa Morgado Saias, Business Development manager da Biostasia, “o balanço da FNA ainda é positivo”. Apesar de a empresa não ter aumentado o seu volume de vendas nem ter registado mais clientes em stand, “sentimos que há manutenção na notoriedade da marca nesta feira”, esclarece. “Os objetivos foram alcançados, mas mais por mérito próprio, pois sentimos que cada vez menos o visitante FNA é o produtor/agricultor e também que há menos visitantes na FNA e, consequentemente no nosso stand”.

A novidade apresentada na feira, já disponível na loja online www.srorganico.pt, mas dinamizada presencialmente, pela primeira vez, na FNA, foi a Linha ‘Casa, Horta e Jardim’. Como sublinha Marisa Saias, trata-se de uma linha completa de soluções direcionadas ao cliente final – para o vaso, a varanda, o quintal -, com produtos prontos a usar numa pequena embalagem (500ml) pulverizadora. Com esta linha totalmente sem químicos, ou seja, de resíduo zero, “propomo-nos a chegar a todos os ambientes (casa, horta e jardim), independentemente da sua dimensão, com a solução ´personalizada’ à medida das necessidades de cada cliente”, conclui a Business Development manager da Biostasia.

Crédito Agrícola

“Reforçámos a nossa proximidade ao setor agrícola”

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Isabel Matos, diretora do Gabinete de Comunicação e Relações Institucionais do Crédito Agrícola e responsável pela presença institucional do Banco na FNA 2026 faz “um balanço muito positivo” da participação do Crédito Agrícola na Feira Nacional de Agricultura. “Enquanto Banco Oficial da FNA, reforçámos a nossa proximidade ao setor agrícola, aos empresários, produtores, clientes e visitantes, num dos mais relevantes fóruns de encontro e debate da agricultura nacional”, afirma. A presença na feira “permitiu-nos reafirmar o nosso posicionamento como parceiro de referência da agricultura portuguesa, setor com o qual mantemos uma relação histórica e de grande proximidade”, sublinha ainda.

Os objetivos definidos para esta edição - reforço da notoriedade da marca, divulgação da oferta de produtos e serviços do grupo, valorização da dimensão e modernidade do Crédito Agrícola e fortalecimento da relação com os diferentes públicos ligados ao setor agrícola – “foram alcançados, não apenas pela elevada afluência ao nosso stand, mas também pela dinâmica criada através das ações de relacionamento com clientes, da presença no espaço infantil ‘Fnazinha’ e da forte visibilidade da marca em toda a feira”. A responsável destaca igualmente “a oportunidade de promover momentos de networking e partilha de conhecimento com clientes, parceiros e entidades do setor, reforçando o papel do Crédito Agrícola enquanto banco especializado e conhecedor das necessidades da agricultura portuguesa”.

A participação do Crédito Agrícola na FNA 26 focou-se na demonstração integrada das soluções financeiras e não financeiras que disponibiliza aos empresários agrícolas e às empresas do setor agroalimentar. No stand, “os visitantes tiveram acesso a informação sobre as nossas soluções de financiamento, apoio ao investimento, modernização das explorações agrícolas e instrumentos de apoio à competitividade empresarial”, comenta Isabel Matos.

Uma das novidades desta edição foi a aposta em iniciativas de proximidade com clientes, através de um espaço dedicado ao acolhimento e networking, “que permitiu criar um ambiente diferenciador para a partilha de experiências, esclarecimento de necessidades e apresentação das soluções disponibilizadas pelo grupo”, conclui.

CACHAPUZ

“Demonstrámos a nossa visão para o futuro da pesagem industrial”

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A FNA 26 constituiu “uma excelente oportunidade para apresentar as nossas soluções de pesagem, software e automação industrial, desenvolvidas para apoiar as empresas na otimização dos seus processos, promovendo uma maior eficiência operacional, sustentabilidade e evolução tecnológica a longo prazo”, considera Filipa Ribeiro, responsável pelo Marketing & Comunicação da Cachapuz.

Ao longo da feira, a empresa estabeleceu diversos contactos com clientes e potenciais clientes, reforçando a importância de estar próxima do mercado e de compreender os desafios que os diferentes setores enfrentam, diz. “Acreditamos que esta proximidade é essencial para continuarmos a desenvolver soluções inovadoras que acrescentem valor e respondam às necessidades reais das empresas”, sublinha.

Sendo uma presença já consolidada no calendário da Cachapuz, a participação na FNA representa também “uma importante oportunidade para reforçar a notoriedade da marca e a confiança que o mercado deposita nas nossas soluções. Nesse sentido, consideramos que os principais objetivos de estreitar a relação com os clientes, estabelecer novas oportunidades de negócio e reforçar a presença da marca foram plenamente alcançados”.

A empresa apresentou as suas mais recentes soluções tecnológicas de gestão de pesagem, desenvolvidas para apoiar as empresas na modernização, automação e otimização dos seus processos operacionais. A Cachapuz foi uma das primeiras empresas portuguesas do setor da pesagem a integrar tecnologia avançada nos seus processos. Segundo a responsável de Marketing e Comunicação, “esta aposta contínua na inovação permite-nos assumir o papel de parceiro estratégico dos nossos clientes, contribuindo para operações mais eficientes, sustentáveis e preparadas para os desafios da transformação digital”.

Entre as principais novidades em destaque esteve o novo kiostation, uma plataforma inteligente concebida para revolucionar a interação entre o utilizador e a pesagem industrial. Com um design funcional e ergonómico, comunicação em tempo real e elevada capacidade de integração com sistemas de gestão e automação, o kiostation proporciona uma experiência de pesagem mais intuitiva, rápida e fiável, reforçando a ligação entre automação, inteligência e interação humano-máquina, declara a responsável.

Para Filipa Ribeiro, durante a FNA 26 a empresa demonstrou a sua visão para o futuro da pesagem industrial: “soluções que valorizam a capacidade humana, aumentam a consciência operacional, melhoram a tomada de decisão e contribuem para operações mais inteligentes, previsíveis e sustentáveis. É esta simbiose entre tecnologia, conhecimento e proximidade ao cliente que continua a diferenciar a Cachapuz e a criar valor para os diversos setores de atividade”, remata.

HERCULANO

“Demos visibilidade à nova identidade visual dos equipamentos”

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“O nosso balanço da participação na Feira Nacional da Agricultura 2026 é moderado. Estivemos presentes através do nosso agente Agrogaspares, que, pela sua proximidade ao evento e ao mercado, transmitiu algum descontentamento relativamente à reduzida afluência de visitantes com interesse efetivo na nossa área de negócio”, avalia Tiago Carreira, diretor comercial para o Mercado Ibérico da Herculano. Na sua perspetiva, “embora a feira continue a ser uma referência importante para o setor agrícola e um espaço relevante para networking e visibilidade, consideramos que, nesta edição, o número de contactos qualificados ficou abaixo das expectativas inicialmente definidas. Esta situação condicionou parcialmente o alcance dos objetivos comerciais pretendidos”.

Ainda assim, a participação “permitiu manter a proximidade com clientes e parceiros, reforçar a presença da marca no setor e acompanhar a evolução do mercado, fatores que continuam a justificar a importância deste tipo de eventos no nosso plano de atividade”, clarifica o responsável.

“Durante a FNA 2026, a principal novidade apresentada pela Herculano foi a evolução da sua imagem de marca. “Aproveitámos este importante certame para dar visibilidade à nova identidade visual dos equipamentos, refletindo a estratégia de modernização, inovação e reforço do posicionamento da marca no mercado”, sublinha Tiago Carreira, concluindo: “a receção por parte dos visitantes e parceiros foi bastante positiva, reforçando a confiança na evolução da marca”.

LUSOMORANGO

“A FNA reconheceu a importância dos pequenos frutos para a agricultura e a economia"

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Já Joel Vasconcelos, CEO da Lusomorango, traça um balanço “muito positivo e, diria, particularmente simbólico para toda a fileira dos pequenos frutos”. Pela primeira vez, a FNA colocou os pequenos frutos no centro da sua programação, “reconhecendo a importância crescente deste setor para a agricultura e para a economia portuguesa. Só esse facto representa um sinal muito relevante do caminho que a fileira tem vindo a percorrer”, nota.

Ao longo da semana, a Lusomorango promoveu e participou em diversas iniciativas que “abordaram alguns dos temas mais estruturantes para o futuro da agricultura: a sustentabilidade, a inovação, a investigação, o mercado, a organização da produção e o impacto económico do setor”. O objetivo, “plenamente alcançado”, foi contribuir para um debate informado sobre o futuro do setor e sensibilizar decisores públicos e privados para a necessidade de criar condições que permitam continuar a crescer de forma sustentável, explica.

Em destaque, a apresentação do estudo desenvolvido pela EY-Parthenon sobre os ‘Impactos da produção e comercialização de pequenos frutos em Portugal’, uma “avaliação rigorosa e quantificada do contributo desta fileira para o país” que confirma “que estamos perante uma das fileiras mais dinâmicas, exportadoras e relevantes da agricultura portuguesa”. A apresentação deste estudo permitiu demonstrar que os pequenos frutos “são uma fileira económica estruturante, cujo impacto se estende muito para além das produções agrícolas, beneficiando fornecedores, logística, comércio, indústria, restauração e muitos outros setores da economia”.

Igualmente importante foi a apresentação do trabalho desenvolvido no Centro de Investigação para a Sustentabilidade (CIS), um projeto colaborativo “que demonstra como a investigação aplicada pode responder aos desafios concretos da agricultura, desde a eficiência hídrica à agricultura de precisão, passando pela biodiversidade, pelos sistemas agrivoltaicos e pela robótica”, defende Joel Vasconcelos. Afirmando que o CIS “representa uma nova forma de fazer investigação agrícola, aproximando produtores, empresas e comunidade científica para testar soluções em contexto real”, o CEO da Lusomorango avança que “os resultados alcançados mostram bem o potencial desta abordagem”. Como refere, “recriámos [na FNA] um túnel de produção, inspirado nas condições reais de cultivo dos pequenos frutos, permitindo aos visitantes conhecer de perto o ambiente onde decorrem os ensaios de investigação e a produção agrícola”. O espaço recebeu milhares de visitantes ao longo da feira.

A Lusomorango apresentou ainda a sua visão para os próximos anos, suportada pelo maior programa operacional alguma vez aprovado para uma organização de produtores em Portugal, no valor de 28,1 milhões de euros, para o período 2026-2028.

Acompanhe, no próximo número da Revista Agriterra, a segunda parte desta reportagem, com as projeções de algumas das mais relevantes empresas do setor para o futuro da agricultura nacional.

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